01 Jul

Novidades!

Por: Andre Goes / Categoria: aviação / Nenhum comentário

Novidades!

Mais novidades no novo site, agora com fórum de discussão para assuntos relacionados a simulação de voo e aviação real com muitas dicas e links , acesse o site:

www.aegoes.com.br

 

Att, André Góes



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24 Jun

Novo Blog de simulação de voo!

Por: Andre Goes / Categoria: aviação / Nenhum comentário

Novo Blog de simulação de voo!

Montei um BLOG de simulação de voo, que contém assuntos variados de aviação, simulação, dicas e curiosidades sobre aviação!

Gostaria de aproveitar a oportunidade e agradecer ao Sulivan, que vem me ajudando com dicas sobre internet, e me possibilitou a ter este blog, onde começei com meus primeiros posts.

Para acessar o BLOG clique AQUI !

 

Att, André Góes



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Volta ao mundo no Flight Simulator com IFR Trainer

Depois de fazer um cockpit para o Flight Simulator, o IFR Trainer, resolvi fazer uma volta ao mundo no simulador. Para a volta ao mundo fiz um novo blog, para colocar todas as informações do painel, de um sistema de Track IR que emula os movimentos da cabeça com a visão da virtual cockpit do simulador, e as informações de todos os voos.

    O endereço do blog é :  www.aegoes.wordpress.com

 

    Att, André Góes



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20 Nov

Pouso

Por: Andre Goes / Categoria: aviação / Nenhum comentário



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Airbus lança “Sharklet” para a Família A320 com o compromisso da Air New Zealand

 

A extensão reduz o consumo de combustível e emissões de carbono, além de aumentar o alcance e a capacidade de carga.

 
A Airbus lançou o “Sharklet”, novo dispositivo de extensão de ponta de asa, especialmente concebido para aumentar a eco-eficiência e a relação carga/autonomia de voo da Família A320. Oferecidos com opções de ajuste, espera-se que os Sharklets resultem na redução do consumo de combustível em pelo menos 3,5% em voos de longa distância, correspondendo a uma redução anual de cerca de 700 toneladas de CO2 por aeronave. As aeronaves A320 que serão entregues no final de 2012 serão as primeiras a serem equipadas com o novo dispositivo, seguidas por outros modelos da Família A320 a partir de 2013. A Air New Zealand é a primeira cliente a encomendar os Sharklets, que serão específicos para a sua futura frota de A320.

 
O CEO da Air New Zealand, Rob Fyfe, declarou: “A Air New Zealand recentemente decidiu operar suas rotas domésticas e internacionais curtas com uma frota toda composta por A320s. Os novos Sharklets permitirão que a nossa frota Airbus se beneficie com um menor consumo de combustível e emissões de carbono, tanto nas rotas domésticas da Air New Zealand como, especialmente, nas viagens mais longas à Tasmânia”.

 
John Leahy, COO da Divisão de Clientes da Airbus, disse: “A eco-eficiente Família A320 está cada vez melhor. Estamos felizes porque a Air New Zealand reconhece que nossa Família de aeronaves de corredor único permanecerá como o produto mais rentável de sua categoria por muitos anos”. E acrescentou: “Os Sharklets não são apenas parte da resposta da Airbus para abordar questões ambientais e o aumento dos custos de combustível, mas também melhoram o desempenho geral da aeronave”.

 
Deve-se considerar que a melhora de 3,5% na eficiência energética com os Sharklets se somam ao efeito positivo às clássicas barreiras de ponta de asa do A320. Os benefícios da relação carga/autonomia de voo incluem um aumento de receita equivalente a aproximadamente 500 kg de carga útil ou um alcance adicional de 100 milhas náuticas com o volume de carga original. A instalação do Sharklet também mantém a Família A320 dentro da ‘Classe C’ (envergadura inferior a 36 m), estabelecida pela Organização Internacional de Aviação Civil (ICAO), e resulta no aumento de disponibilidade de peso máximo de decolagem (PMD), sobretudo em pistas limitadas por obstáculos. Além disso, onde o desempenho da pista não é limitado, operadores devem se beneficiar com a redução na pressão média de decolagem (com conseqüente economia nos custos com a manutenção do motor em cerca de 2%), ao passo que as comunidades também apreciarão um ruído ainda menor de decolagem. Outros benefícios incluem o desempenho de subida e a altitude inicial de cruzeiro mais elevada.

 
Esta evolução tem sido parte de um programa maior de melhoria contínua da Família A320, que é apoiada por um investimento superior a €100 milhões por ano. Para isso, a Airbus tem conduzido uma abrangente campanha durante vários anos para avaliar a melhoria de grandes dispositivos aerodinâmicos – não só através da A320 de teste da empresa, mas também por meio de suas ferramentas avançadas de simulação com fluidodinâmica computacional (CFD).


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A Embraer e a companhia aérea Azul anunciaram hoje uma parceria para certificar um tipo de querosene de aviação renovável. O projeto de um bioquerosene é desenvolvido pela empresa Amyris que tem uma planta piloto em Campinas (SP) a partir de cana-de-açúcar. A Azul se comprometeu em realizar um voo de demonstração com um dos seus E-Jets da Embraer para a certificação do combustível no início de 2012.

 
O projeto também conta com a participação da GE, fabricante dos motores do modelo da Embraer. Segundo o diretor de meio ambiente da Embraer, Guilherme Freire, a busca da redução das emissões de CO2 dos aviões é uma preocupação de toda a indústria de aviação, tendo em vista que o tráfego aéreo mundial é responsável por 2% de todas as emissões de gases do efeito estufa, e a tendência é alcançar 3% até 2050. O primeiro teste com bioquerosene a partir de cana-de-açúcar será feito com uma mistura de porcentual ainda não definido em combustível de origem fóssil.

 
Segundo o diretor-geral da Amyris, Roel Collier, as pesquisas mostram que o uso da cana-de-açúcar como matéria-prima para o bioquerosene é economicamente viável, sustentável, e capaz de alcançar o mesmo desempenho dos motores que hoje usam combustíveis fósseis. Segundo ele, embora o processo de certificação do uso deste tipo de combustível na aviação seja muito longo a empresa poderá produzir o bioquerosene em escala industrial a partir de 2013.

 
Segundo o diretor de desenvolvimento comercial da General Eletric (GE), Cláudio Loureiro, já foram feitos testes usando querosene a partir de babaçu, mas o voo da Azul será o primeiro a testar o combustível de cana-de-açúcar. Segundo ele, a Continental Airlines trabalha em um outro projeto com a Boeing para testar um outro tipo de biocombustível, cuja a biomassa não é revelada.

 
O executivo da Amyris afirmou que o objetivo da multinacional é fazer do Brasil uma plataforma de produção de combustível a partir de cana-de-açúcar. Ele confirmou que a companhia fará, nos próximos dias, uma aquisição de usinas para operar plantas industriais no Brasil.


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Abatimento de aviões será julgado pela Justiça Militar

A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado aprovou projeto de Lei que estabelece que o militar que, usando a lei do abate, matar alguém, será julgado pela Justiça Militar. Até agora, como não havia legislação específica, se houvesse o abate com morte, o militar ia para julgamento na Justiça comum, o que era de grande preocupação da cúpula militar. Como o projeto foi aprovado em caráter terminativo, não passará pelo plenário do Senado e entrará em vigor tão logo seja sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o que poderá acontecer em até 15 dias úteis.

O texto diz que é competência da Justiça Militar o julgamento de crimes dolosos contra a vida cometidos por tiros de destruição contra aeronaves civis. A legislação anterior dava margem à abertura de processos criminais na eventualidade de morte dos ocupantes dos aparelhos envolvidos em atividades ilegais, podendo levar o militar ao tribunal de júri.

O relator da matéria, senador Geraldo Mesquita Jr. (PMDB-AC), justifica a necessidade da medida dizendo que "o bem jurídico protegido numa ação de abate de aeronave em atividade ilícita não é somente a vida, mas também a segurança pública". Dessa forma, não estaria enquadrado nas hipóteses previstas tradicionalmente como de competência do Tribunal do Júri. Assim, o tiro de destruição estará enquadrado, agora, no artigo 9º do Código Penal Militar, desde que atende aos requisitos estabelecidos pelo Decreto 5.144, de 16 de julho de 2004.

Com base na lei do abate, no mês passado, aviões Super Tucano da Força Aérea Brasileira (FAB) dispararam tiros de advertência e obrigaram um avião transportando traficantes e drogas a pousar em Minas Gerais. Só que a Polícia Federal não conseguiu chegar a tempo no local e os três ocupantes do avião interceptado pela FAB fugiram deixando 250 kg de cocaína na aeronave.

 



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Embraer, GE e Amyris avaliam uso de combustível renovável

A Embraer, General Electric e Amyris anunciaram nesta quarta-feira a assinatura de um memorando de entendimento para avaliar os aspectos técnicos e de sustentabilidade do combustível renovável da Amyris para jatos, denominado No CompromiseTM. A iniciativa pode resultar em um voo de demonstração de um E-Jet da Embraer de propriedade da Azul Linhas Aéreas utilizando motores GE no início de 2012.

O objetivo é acelerar a introdução de um combustível renovável para jatos capaz de reduzir significativamente as emissões de gases de efeito estufa e oferecer uma alternativa sustentável de longo prazo para combustíveis para jatos derivados de petróleo.

- Tornar os céus mais limpos é uma tarefa bastante complicada e requer amplo comprometimento e expertise da indústria - afirma Frederico Curado, Diretor-Presidente da Embraer.

- Esta parceria com empresas de alto nível certamente representará um importante passo nesse desafio - acrescentou.

O novo combustível já foi testado pelo Laboratório de Pesquisas da Força Aérea dos Estados Unidos, Instituto de Pesquisas Southwest, GE Aviation e outras indústrias.

- Este é um grande e inovador passo dado pela indústria de transporte aéreo na luta contra o aquecimento global - comenta David Neeleman, Presidente do Conselho de Administração da companhia aérea brasileira Azul.

De acordo com os profissionais da Amyris, o fato de o Brasil ter uma grande produção de etanol é uma importante etapa para o desenvolvimento do combustível renovável da Amyris para jatos. A Amyris produz seu combustível renovável utilizando a recente tecnologia de biologia sintética.

Por meio da alteração do metabolismo de micro-organismos, como em leveduras, a Amyris é capaz de produzir "fábricas de processamento" que transformam o açúcar em uma grande variedade de produtos renováveis, incluindo diesel, combustível para jatos e produtos químicos de alto desempenho.

- Este é um projeto revolucionário para o transporte aéreo. Ele demonstra que uma indústria unida pode se desenvolver em um cenário de redução de emissão de poluentes por meio da utilização de recursos sustentáveis - comenta John Melo, CEO da Amyris.

- A GE está comprometida em desenvolver e produzir motores a jato mais eficientes (em termos de consumo de combustível) e com menor impacto ambiental para as companhias aéreas de todo o mundo. No entanto, ainda há muito trabalho a ser feito em outras áreas para que tenhamos céus mais limpos - avalia Chuck Nugent, gerente-geral da GE Aviation Small Commercial Engines.

 



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Companhias aéreas testam varejo a 35 mil pés

Os passageiros de voos nos Estados Unidos já estão pagando por sanduíches, bebidas, travesseiros e até pelos fones de ouvidos, que costumavam ser distribuídos no início da viagem e devolvidos na aterrisagem. É o que mostra matéria publicada nesta terça-feira no site do jornal americano New York Times.

Enquanto as empresas de aviação civil procuram cada vez mais reduzir seus custos através da venda destes serviços usuais a voos, por que não também começar a vender serviços de limousine ou até mesmo ingressos para espetáculos da Brodway?

Para muitas empresas, ainda não passa de uma ideia. Mas a American Airlines já começou a testar o conceito de varejo no ar. A companhia está vendendo bilhetes para o Heathrow Express - trem que liga o maior aeroporto inglês ao centro de Londres - nos voos cujo destino seja a capital britânica.

A American Airlines também está oferecendo acesso à internet nos voos, além de itens do SkyMall, um catálogo com variados tipos de produtos que vem ocupando espaço no encosto dos assentos das aeronaves por 20 anos.

- Nós não investiríamos se não nos sentíssemos confortáveis de que isso traria uma significativa taxa de retorno - disse John Tiliacos, diretor-gerente de produtos à bordo da American Airlines, que completou:

- Deixando de olhar nosso ramo de atividade como indústria, financeiramente, somos capazes de identificar muitas novas fontes de retorno.

Outras companhias americanas não quiseram falar de seus planos a respeito desta estratégia, mas, cedo ou tarde, todas as grandes companhias aéreas assumirão que estão trabalhando na expansão do serviço de ofertas de produtos a bordo.

Comércio por todos os lados


Se discute se os passageiros de avião vão abrir suas carteiras no ar. Mas Michael Levy, professor de marketing e diretor do Retail Supply Chain Institute, da Babson College, em Massachusetts, espera que eles vão comprar dentro do avião, como compram fora dos portões de embarque.

- Veja o que vem acontecendo nos aeroportos - diz Levy - muitas vezes os consumidores são atraídos pela quantidade de lojas e ofertas ao redor. Quem não tem nada para fazer enquanto espera o voo, acaba comprando - conclui o professor de Massachusetts.

Outro fator que impulsiona as vendas a milhares de pés de altura é o avanço tecnológico. A GuestLogix é uma empresa canadense que vende máquinas leitoras de cartão de crédito e softwares de vendas específicas para a empresas aéreas. De acordo com Brett Proud, vice-presidente mundial de vendas e relacionamento com clientes da GuestLogix, "venda a bordo talvez seja a maior oportunidade de varejo ainda não explorada na sua totalidade".

Os passageiros podem aprender sobre os produtos oferecidos nos anúncios nos assentos, nos prospectos distribuídos ou nos anúncios veiculados nos próprios voos ou com promotores de venda espalhados nas salas de embarque. Também nos sites das companhias aéreas ou pelas mídias sociais.

Mas as companhias também precisam aprender o que agrada os passageiros. Encontrar o mix de produtos mais adequado a ser oferecido aos passageiros é importante, por que oferecer um produto errado, pode irritar os clientes.

- Não podemos colocar nada à disposição dos passageiros que possa suscitar reações do tipo 'você deve estar brincando' - reforçou Tiliacos, da American Airlines.

Facilidades

Em outros tempos, os passageiros a bordo poderiam folhear catálogos como o SkyMall, mas só poderiam efetivar sua compra depois que o avião pousasse. Com a aquisição daquilo que a presidente da SkyMall, Cristine Aguillera, costuma chamar de "caixa registradora no ar", as vendas podem ser realizadas durante o voo.

- Passageiros de avião são os melhores compradores do planeta - ratificou Cristine.

Charles Flateman, vice-presidente de marketing da Schubert Organization, disse em entrevista para o New York Times, que tem conversado com a GuestLogix sobre vendas dentro dos aviões de ingressos para Brodway e outros tipos de shows.

Também a Walt Disney Company anda negociando maneiras de vender ingressos para seus parques temáticos ao redor do mundo, dentro das aeronaves. Por enquanto as máquinas de cartão de crédito ainda não conseguem fazer uma leitura inteligente, identificando a disponibilidade de ingressos em tempo real.

Para o presidente da GuestLogix, ainda é necessário um pequeno ajuste de tecnologia para garantir que os ingressos de shows e de eventos com número limitado de público possam ser vendidos durante os voos, com a garantia de que os lugares estarão reservados após o pouso do avião.

- É nosso desejo e nossa meta. Imagine o quanto seria maravilhoso poder vender bilhetes da Brodway enquanto o avião ainda está sobrevoando Nova York? - comentou Flateman.

Comissários sem comissão

Enquanto o conceito de vendas durante viagens de avião está amadurecendo na American Airlines, a companhia aérea irlandesa, Ryanair, já vem praticando esta cultura desde a década de 1990. No caso da Ryanair, os lucros maiores alcançados com a estratégia de varejo a bordo é utilizado para subsidiar os custos e repassar aos clientes preços de passagens mais baratos. E o valor mais baixo das passagens foi revertido em assentos cada vez mais ocupados.

- Fundamentalmente, estamos no setor aéreo com mentalidade de varejo. Podemos expandir nosso negócio reduzindo as despesas e todo lucro adicional significa que podemos investir no crescimento da empresa.

Mas uma questão que ainda vai gerar muita discussão é o aspecto trabalhista da nova cultura de varejo das companhias aéreas. Afinal, o trabalho de executar a venda cai nas costas da tripulação das aeronaves e os órgãos ligados a sindicatos e associações de funcionários já se mexem a esse respeito. Em carta enviada à American Airlines, a Associação dos Profissionais de Atendimento em Voos dos Estados Unidos ratificou que comissões de vendas feitas através do SkyMall ou qualquer outro tipo de venda devem ser negociadas como parte do acordo coletivo referente à remuneração da categoria.

Resta agora aguardar o resultado dos testes de vendas a bordo nos Estados Unidos e Europa, e ver se a moda um dia vai pegar no Brasil.
 


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Chegada ao Brasil foi melhor que à lua, diz astronauta Buzz Aldrin

Segundo homem a pisar na Lua faz visita ao Brasil.

Ele chegou ao Rio de Janeiro acompanhado do astronauta Marcos Pontes.

 

A partir da direita: Marcos Pontes, Buzz e Louis Aldrin

O astronauta norte-americano Buzz Aldrin brincou ao afirmar que a chegada ao Brasil nesta terça-feira (17) foi melhor que a chegada à Lua. "A recepção foi bem melhor do que pousar na Lua. Lá não tinha ninguém me esperando", disse.

Aldrin chegou à cidade de Campos de Goytacazes (RJ) para um evento de comemoração dos 40 anos da missão da Apolo 11.

O norte-americano foi recebido por uma banda e uma apresentação de dança de alunos das escolas públicas da cidade. Ao lado dele estava a esposa, Louis Aldrin, e o astronauta brasileiro Marcos Pontes.

As crianças cantaram em inglês e Aldrin elogiou a pronúncia dos estudantes, que escolheram a música "That's the way (I like it)" para recebê-lo. "Eles cantam muito bem, é muito musical. Eu também gosto de música, já até fiz um rap", disse o astronauta, comentando o vídeo na internet em que aparece ao lado do rapper Snoop Dogg.
Aldrin deve encontrar novamente os estudantes da cidade em evento em praça pública às 16h. À noite, ele participa de uma solenidade em comemoração aos 40 anos da missão, no Teatro Municipal.

Na noite de segunda (16), Buzz Aldrin concedeu entrevista por telefone ao G1 e disse que o Brasil deveria investir na exploração tripulada do espaço e os Estados Unidos não deveriam voltar à Lua.
 



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Andre Goes

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